A aula apresenta o autoestudo como um convite à “automaestria”, definida como a capacidade de estar totalmente presente com a vida e se tornar genuinamente autodeterminante, livre do domínio do medo. O caminho para isso não é buscar a iluminação ou estados perfeitos, mas sim criar atividades diárias que unam corpo e mente no agora, permitindo-nos acessar nosso potencial, sentirmo-nos vivos e confiar em nossa capacidade de lidar com o que vier.
O objetivo do autoestudo é tornar-se o seu próprio mestre. Isso não significa alcançar um estado de perfeição, mas sim aprender a determinar suas próprias ações, em vez de ser governado pelos seus medos, pensamentos e sentimentos.
Significa escolher conscientemente como reagir aos seus sentimentos e pensamentos, em vez de ser dominado por eles de forma automática.
A meta não é eliminar o medo, o que é impossível, mas sim não permitir que ele te paralise ou dite suas escolhas. O medo está presente, mas não no controle.
A verdadeira maestria é a coragem de “ficar” com o que a vida apresenta — seja uma angústia, um problema ou uma alegria — sem fugir ou procrastinar.
No fundo, todos queremos nos sentir totalmente vivos e completamente livres. Nossa alma anseia por viver com “emoção”, experimentando tudo o que a vida oferece. No entanto, nossa mente, focada na sobrevivência e na segurança, nos sabota, nos mantendo em uma zona de conforto que gera um sentimento de vazio.
Nossa essência busca mais vida, mais vibração, mais tesão e desafios que nos façam sentir vivos.
A mente busca segurança e evita riscos, preferindo o básico para sobreviver e nos poupando de sentir as dores e desafios da vida.
Recorremos a distrações (celular, compras, vida alheia) porque é difícil ficar presente com tudo o que a vida nos apresenta.
A chave para se sentir vivo e acessar nossa divindade é criar atividades que exijam que o corpo e a mente estejam no mesmo lugar: o agora. Quando estamos presentes, a energia da nossa consciência aumenta, e sentimos maior unidade, gratidão e confiança na vida.
Nossos corpos estão sempre no agora, mas nossas mentes vagueiam entre passado e futuro. O objetivo é treinar a mente para estar onde o corpo está.
Estar presente gera uma energia real. É por isso que não precisamos de estímulos externos quando estamos verdadeiramente conectados conosco.
É preciso coragem para “desmoronar dentro” dos sentimentos que antes evitávamos. Fugir deles fecha o coração e enfraquece nossa luz.
Ler os textos fornecidos antes e depois de cada aula.
Manter um caderno e anotar as percepções diárias.
Praticar o “secar-se com presença”: após o banho, colocar total atenção no toque da toalha sobre cada milímetro do corpo.
Meditar todos os dias. A instrução inicial é simplesmente sentar-se e observar o corpo e os ruídos do ambiente.
No grupo do WhatsApp, compartilhar “porque valeu a pena a aula de hoje”.